A vida é uma escola, querendo ou não querendo a gente aprende a viver do jeito que ela quer. A dor é uma arte da vida, essa é a fase em que mais sofremos, sendo com a perda de um familiar, ou a perda de um amor, que é muito comum na vida dos jovens.
É difícil lidar com isso, você nunca se esquece, a não ser se tiver mal de alzheimer, (risos). A maneira mais fácil, e menos dolorosa é aprender a conviver com isso, aprender a lidar, aprender a viver novamente!
Quando se perde um familiar na maioria das vezes, te destrói psicologicamente, ainda mais se for aquele tio mais chegado, aquela prima, que parece sua irmã, não vou nem citar os pais, porque se tem uma coisa que devemos dar valor são nossos pais, porque você pode ter 1000 amigos, mas nenhum vai estar contigo todas as horas, em todos os problemas, e não vão escutar todos seu desabafos com paciência, como seus pais.
Chegamos à parte em que toca profundamente as meninas, A DOR DO AMOR, especialmente a elas que sempre sofrem mais. Sim, elas sofrem mais, por serem fracas, não querendo dizer que os homens são melhores e mais fortes, mas a amizade é uma grande influência nisso. Digo isso porque, quando o homem diz para os amigos “Terminei com ela”, nenhum dos amigos vai falar “Que pena, cara”, mas muitos irão falar “Ae! Agora vamos poder zoar, beber e pegar várias mulheres”, pronto, está dado o pontapé inicial para o esquecimento. Já as mulheres, quando falam para as amigas que terminaram, vão escutar umas frases do tipo “Ahh! Que pena amiga” “Por quê? Vocês eram tão apaixonados”, cá pra nós, isso são frases para ajudar alguém? Não. Essa é a explicação do “Porquê as mulheres são mais fracas”.
Falando assim pensamos que a dor é o pior sentimento da vida, mas não é. Na dor que descobrimos novos rumos para nossa vida, novos amigos, um novo amor de onde não se espera, um novo conforto, uma nova vida, uma nova ideologia. Devemos achar da graça dos piores e melhores momentos, devemos tratar todos com a mesma simpatia, devemos ter apenas uma cara, DEVEMOS SER FELIZ.
“um ideal não se desfaz nem que a vida se acabe” (Projota)
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PARABÉNS !
ResponderExcluirotimo texto . . .